domingo, 27 de agosto de 2017

Jornal Borbulhando – DEZEMBRO/2015


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Publicado Originalmente em 01/12/2015

Exposição Fotográfica PIBID PEDAGOGIA UFLA E ESCOLA MUNICIPAL UMBELINA AZEVEDO AVELLAR



O PIBID Pedagogia UFLA – Gênero e Sexualidade, juntamente com a Escola Municipal Umbelina Azevedo Avelar convidam para a exposição fotográfica que será realizada no dia 05 de dezembro a partir das 9 horas na E.M.U.A.A., localizada à Rua João Pereira de Carvalho, 260 - Vale do Sol, Lavras – MG.
Contamos com a presença de todos e todas.

Publicado Originalmente em 04/12/2015

Rede Nacional Primeira Infância

A campanha ‪#‎primeiroassedio tem trazido à tona milhares de histórias de violência sexual cometidas contra meninas e mulheres brasileiras. Como fazer para prevenir e evitar que essas histórias se repitam com as crianças de hoje? Essa é uma das preocupações da RNPI, que tem um grupo de trabalho específico sobre Prevenção e Proteção contra as violências.
Uma dica para você, pai, mãe, educador, médico é o livro Pipo e Fifi, que aposta na educação sexual para ensinar as crianças que elas são as donas e tem o controle sobre o próprio corpo e compreender que tem o direito a recusar toques e carinhos que não desejem.

http://www.pipoefifi.org.br/home.html

Como explicar a uma criança quais as partes do corpo que não devem ser tocadas por outras pessoas?

A regra “Aqui ninguém toca” foi criada pelo Conselho da Europa para ajudar os pais e os educadores a falar sobre o abuso sexual de crianças e pode ser uma ferramenta muito eficaz para prevenir este tipo de crime.
Trata-se de um guia simples de ajuda aos pais na explicação a dar aos seus filhos sobre as partes do corpo que não devem ser tocadas por outras pessoas, como reagir se isso acontecer e onde procurar ajuda.
Mas em que consiste a regra do “Aqui ninguém toca”?
É simples: uma criança não se deve deixar tocar nas partes do corpo normalmente cobertas pela roupa interior assim como não o deve fazer aos outros.
As crianças são as donas do seu corpo e existem segredos bons e maus, assim como contatos físicos bons
 e maus.

ENSINE AS REGRAS “AQUI MINGUEM TOCA” AOS SEUS FILHOS.
http://www.underwearrule.org/source/PT/text_pt.pdf
Utilize este livro para lhes explicar de forma simples que "Aqui ninguém toca". Clique na imagem!

Para mais informações, consulte o site: ENSINE AS REGRAS “AQUI NINGUÉM TOCA” AOS SEUS FILHOS.

EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: Reflexões sobre o GDE – Carolina Faria Alvarenga; Cláudia Maria Ribeiro; Celso Vallin (Organização)

http://pt.slideshare.net/pibidpedagogiaufla/educao-e-diversidade-reflexes-sobre-o-gde-carolina-faria-alvarenga-cludia-maria-ribeiro-celso-vallin-organizao
Chuvas... nuvens... bolas de sabão... espumas – a água reveste-se de formas indefinidas. Relacionar, portanto, essa indefinição com gênero e sexualidades não é difícil; masculinidades e feminilidades e as infinitas formas de se ter prazer navegam pela negação de rótulos, de fixidez, de normatização, de normalização, de serialização, de classificação embora, contraditoriamente, os muitos discursos insistem em mantê-los. A proposta é encharcar-se da simbologia das espumas inspirando-se no quadro de Alyssa Monks.
O banho dessas crianças desafia pensar na articulação de imaginário, gênero e sexualidade: o imaginário é como a água que se infiltra nas estruturas mais compactas e rígidas – sociais, políticas, econômicas, culturais, históricas, pedagógicas –deixando sua marca, que pode ser da mais discreta às mais penetrantes.
Essa é a provocação para que na Educação para a Sexualidades e Gênero borbulhe leveza e profundidade; ética e estética! Imprimir o imaginário nas letras das sexualidades e das relações de gênero faz-nos inventariar seus recursos e, a partir deles, debater, pensar, admirar, indignar, gozar com as possibilidades de construir novas formas de ser em grupo mais respeitosas às diferenças – com ludicidade! Como um banho com espumas de sabão! Esse tem sido o desafio para o GDE!
Cláudia Maria Ribeiro

Publicado Originalmente em 02/11/2015

Sugestões de Leituras para o trabalho com as Questões de Gênero, Diversidade Sexual, Direitos Sexuais e Reprodutivos e Violências Sexuais contra Crianças e Adolescentes

A literatura voltada para a criança e adolescentes deve ter uma linguagem adequada para atender a este público, fazendo com que estimule o prazer em ler, proporcionando ainda o enriquecimento de seus conhecimentos e a capacidade de fazerem as suas própria leituras de mundo, servindo também como puro deleite, entretenimento e prazer, promovendo ainda a  imaginação e a abstração.  
Assim sendo não deve ser algo simplista, que não tenha significado nenhum para o/a leitor/a subestimando sua capacidade intelectual, deve se afastar ainda do tom moralizador, pois desta forma poderá causar desprezo e repulsa da criança ou adolescente pela leitura da obra, enquanto o real objetivo da leitura deve ser de agradar ao mais variados gostos e capacidades intelectuais das crianças e adolescentes.
Assim sendo a/a educador/a pode e deve abordar e problematizar através de leituras, com conteúdos e assuntos adequados as questões de gênero, diversidade sexual, direitos sexuais e reprodutivos e violências sexuais contra crianças e adolescentes, para isso seguem algumas sugestões de leituras que podem ser utilizadas em sala na abordagem e trabalho com essas temáticas.

Referência
OLIVEIRA, Ana Arlina de; SPINDOLA, Arilma de Almeida. Linguagem na Educação Infantil III. Literatura Infantil. Cuiabá: Edufmt, 2008. 

      




































Publicado Originalmente em 07/11/2015

Lúdico, Gênero e Sexualidade: A Experiência do PIBID PEDAGOGIA DA UFLA

"Lúdico, gênero e sexualidade: a experiência do Pibid Pedagogia da Ufla”, vídeo apresentado no VII Congresso Paulista de Educação Infantil e III Simpósio Internacional de Educação Infantil, 4 a 7 de novembro de 2015 na UFSCar – São Carlos/ SP, pelas integrantes do Pibid Pedagogia Ufla Juliana Graziella Martins Guimarães e Priscila Natalícia Bernardo.
O vídeo aborda e problematiza as questões de gênero e sexualidade presentes nas atividades lúdicas trabalhadas e observadas nas oficinas do Pibid realizadas em um CMEI da cidade de Lavras – MG.

Publicado Originalmente em 13/11/2015

FÓRUM SUL MINEIRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL: Participação Social desde 1999

O Fórum Sul Mineiro de Educação Infantil é um espaço suprapartidário articulado por diversas instituições, órgãos e entidades comprometidas com a expansão e melhoria da Educação Infantil no Sul de Minas Gerais.


Tem como objetivo principal a criação de uma instância de discussão, mobilização e divulgação das políticas para a Educação Infantil tem caráter mobilizador, informativo e propositivo, garantindo o amplo e permanente debate democrático de ideias.

Publicado Originalmente em 14/11/2015

Tecendo Gênero e Diversidade Sexual nas Redes de Proteção Sexualidade(s) e Infância(s)


Publicado Originalmente em 16/11/2015

Jornal Borbulhando – NOVEMBRO/2015

http://pt.slideshare.net/pibidpedagogiaufla/jornal-borbulhando-novembro-2015


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JORNAL BORBULHANDONOVEMBRO 2015

Publicado Originalmente em 16/11/2015

Contribuições da Sociologia da Infância para a Educação Infantil



Publicado Originalmente em 16/11/2015

Pequenas Flores Vermelhas



PEQUENAS FLORES VERMELHAS

“Pequenas flores vermelhas (Kan shang qu hen mei, 2066) conta a história de Fang Qiang (Dong Bowen), um garoto de 4 anos que é matriculado em um colégio interno porque seu pai não tem tempo para ficar com o garoto. O local é uma enorme mansão utilizada como um tradicional complexo. Dezenas de crianças estudam lá. A escola é coordenada pela reitora Kong (Chen Li), que tem em sua equipe a professora extremamente disciplinadora Sra. Li, a jovem e bondosa Sra. Tang (Li Xiaofeng) e mais duas assistentes.
O título do filme se refere ao sistema de avaliação criado pelas educadoras para pontuar as crianças conforme seu comportamento durante as atividades. No início, Qiang tenta conseguir as florzinhas. Mas logo desiste. Ele é um menino rebelde que não aceita cumprir ordens. Ele não dorme na hora que deve dormir. Não vai o banheiro na hora permitida. Suas brincadeiras são sempre para irritar os coleguinhas. Sua desobediência acaba atraindo a antipatia da Sra. Li. Sua punição é ficar trancado numa espécie de quarto escuro que lhe provoca ainda mais traumas.
Zhang Yuan provoca uma reflexão sobre a individualidade. A importância de mantermos nossos valores individuais, mesmo em sociedade. Mas toda essa metáfora só funciona graças às atuações das crianças.
As interpretações impressionam pelo grau de realismo. Principalmente de Qiang. Suas expressões são incrivelmente verdadeiras. Em uma sequência ele mistura riso e choro, em uma cena de dar inveja a muito ator veterano. Tudo isso embalado pela emocionante música do compositor italiano Carlo Crivelli.”
Fonte: Mário "Fanaticc" Abbade. Site OMELETE.


 Trailer do Filme, legendas em inglês 

Para assistir o trailer com legendas em português clique no link: 

Lançamento: 2007 (1h32min)
Direção: Zhang Yuan
Com: Dong Bowen, Ning Yuanyuan, Chen Manyuan
Gênero: Comédia , Drama
Nacionalidade: Itália , China



Referências
ABBADE Mário "Fanaticc". Site OMELETE. Disponível em:
< http://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/pequenas-flores-vermelhas/#!key=24383> Acesso em 16 de novembro 2015.
 Site ADOROCINEMA. Pequenas Flores Vermelhas. Disponível em:< http://www.adorocinema.com/filmes/filme-112251/> Acesso em 16 de novembro 2015.

Site SAPOMAG. Pequenas flores vermelhas - Trailer legendado em português. Disponível em: <http://mag.sapo.pt/cinema/filmes/pequenas-flores-vermelhasAcesso em 16 de novembro 2015.

Publicado Originalmente em 19/11/2015

Pedagogias Culturais e as Violências contra as crianças PROF.ª DRA. CONSTANTINA XAVIER FILHA – TINA XAVIER – UFMS

Slides da exposição dialogada, PEDAGOGIAS CULTURAIS E AS VIOLÊNCIAS CONTRA CRIANÇAS , proferida pela Prof.ª TINA XAVIER - Prof.ª Dra. Departamento de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. No dia  25/09/2015 no salão de convenções da Universidade Federal de Lavras.

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Publicado Originalmente em 01/10/2015

Jornal Borbulhando – SETEMBRO/2015

 
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Publicado Originalmente em 19/10/2015

Jornal Borbulhando – OUTUBRO/2015

http://pt.slideshare.net/pibidpedagogiaufla/jornal-borbulhando-outubro-2015?related=1 

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Publicado Originalmente em 19/10/2015




Exposição dialogada com Tina Xavier - Pedagogias Culturais e as Violências contra crianças



Publicado Originalmente em 10/09/2015

CORPO, GENERO E SEXUALIDADE - Anderson Ferrari - Cláudia Maria Ribeiro - Roney Polato de Castro - Vanderlei Barbosa



Este livro é fruto de pesquisas e debates entre profissionais de várias áreas do conhecimento, pedagogos/as, sociólogos/as, filósofos/as, psicólogos/as entre outros/as, preocupados e preocupadas com o contexto cultural contemporâneo.
Para download do livro , é necessário ter conta no slideshared.

Publicado Originalmente em 10/09/2015

MILK: A voz da igualdade





MILK: A voz da igualdade


Natany Avelar 
                                                                                                 Priscila Oliveira   

Sinopse: Milk, um rapaz carismático e bem-humorado, muda-se de Nova Iorque para São Francisco em 1972, onde planejava com o namorado abrir uma loja de fotografia na rua Castro, onde à época os gays não eram bem recebidos. Milk resiste e em pouco tempo todo o bairro Castro torna-se referência na luta pelos direitos dos homossexuais.
A luta de Milk o transformou em um líder político, comandando campanhas nacionais pelos direitos dos gays, recebendo inclusive apoios conservadores, como do então aspirante à presidência Ronald Reagan.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Milk_(filme)

Reflexões

O filme é baseado na história real de vida de Harvey Milk e trata de questões sociais muito relevantes, além de demonstrar claramente as relações de poder e a capacidade de transgressão que possuímos.
Vivemos em diversidade, sabendo que cada pessoa é única, mas essa diversidade ainda incomoda uma parte da sociedade, que teima em negá-la, em fingir que nada acontece . Mesmo sabendo que não há nenhum ser igual ao outro, as pessoas tentam criar padrões, verdades absolutas,“modelos” de vida em sociedade tidos como ideais.
Mas onde ficam as características pessoais? Onde ficam as próprias escolhas? É melhor viver “fora do padrão” ou ser infeliz? “Cada qual tem sua história de vida , estrutura genética , psíquica e acima de tudo está envolvido com sua crença, cultura, valor e realidade socioeconômica e espiritual” (NASCIMENTO, 2011). Assim, todo e qualquer ser humano é diferente, não existindo a dicotomia entre o certo e o errado.
Mas ainda assim, uma parte da sociedade (a que se considera certa) quer controlar a vida de todas as pessoas, fazendo com que as diferenças sejam vistas como erradas ou absurdas. “No filme fica explícita a obrigação social da invisibilidade, do silêncio em torno das relações homoafetivas, do estigma e preconceito”(KLEBA, 2011).
Preconceito esse que faz com que muitas pessoas deixem de ser ou escondam quem realmente são por medo ou insegurança. “No Brasil continua a existir um grande número de pessoas homossexuais que não assumem sua condição perante a sociedade, perante a família” (KLEBA, 2011).
E então, será justo querer que os outros sejam como a sociedade, na qual todos e todas nós estamos incluídos, ou vale a pena expandir os horizontes da percepção de que cada ser é único e precioso na sua individualidade.




  

REFERÊNCIAS

KLEBA, Teresa. Reflexão sobre o filme "Milk, a voz da igualdade" - Por Teresa Kleba. Disponível em: <http://petsso.blogspot.com.br/2011/05/reflexao-sobre-o-filme-milk-voz-da.html)> Acesso em: 05 de ago. 2015.

NASCIMENTO, Adriana Camargo do. Preconceitos em sociedade: Homossexualidade. Disponível em: <http://www.campograndenews.com.br/artigos/preconceitos-em-sociedade-homossexualidade> Acesso em: 05 de ago. 2015.


Publicado Originalmente em 18/08/2015
 

MENINAS


Juliana Graziella Martins Guimarães
Cláudia Roquini

     Documentário dirigido por Sandra Werneck retrata a vida de quatro meninas grávidas na adolescência, que aprendem a dura realidade da vida adulta muito cedo, tendo que conviver com dificuldades e desafios que aparecem nessa difícil fase da vida. A gravidez na adolescência é uma realidade no Brasil, onde os números têm aumentado cada vez mais.
     A cineasta acompanhou durante um ano a vida dessas quatro meninas, numa favela do Rio e percebeu que a gravidez na adolescência pode ser desejada sim, mesmo que isso perpasse a questão da consciência e da sexualidade. Essas meninas, desde cedo assumem muitas responsabilidades dentro de casa, tendo de dividir os estudos, cuidar da casa dos pais e criar os irmãos menores.
    Percebe-se então que o problema da gravidez na adolescência vai muito além da falta de informação, que todos acreditam que as classes mais baixas não possuem. Muita dessas meninas já tem conhecimento quanto ao assunto, e até acesso aos preservativos gratuitos como no próprio documentário consta. Na verdade é possível perceber, que nas classes sociais mais baixas as crianças deixam aquele universo infantil mais cedo para ajudar os pais que precisam sair para trabalhar. Nas classes sociais mais altas, a gravidez na adolescência também é encontrada, porém em algumas situações as meninas abortam por terem planos de cursarem faculdade, ter destaque profissional, por opressão dos próprios pais e acabam sendo sonhos que muitas vezes não fazem parte da realidade da população de baixa renda. Sendo assim é possível perceber que a gravidez na adolescência não é um problema das classes sociais mais baixas, mas é mais comum nelas. No documentário você vê envolvimentos das pessoas com o mundo do crime, meninas que aos 13 anos já estão viúvas.
     A presença das famílias, mães, avós é muito marcante no documentário. Vendo as dificuldades enfrentadas por estas no sustento da família, é possível perceber que somos realmente um produto de nossas famílias. Na maioria das entrevistas com as mães, elas ressaltavam que o seu sonho era um futuro melhor que os delas. Queriam ver suas filhas estudando e planejando uma vida melhor do que a realidade vivenciada por elas nesse momento, em que elas necessitam ter uma postura como esposas e mães, onde de fato deveriam estar brincando, estudando.
      O assunto é bem delicado e envolve uma série de questões complexas relacionadas a programas de governo, planejamento familiar, questões religiosas dentre outras. O que se destaca é que não basta o governo criar programas e distribuir métodos contraceptivos como pílulas e preservativos, se este não dá condições de sustento mais digno às famílias, para que essas possam desempenhar melhor o seu papel, sendo os pais e as mães mais presentes na criação dos seus filhos e de suas filhas.
  
*A menina das fotos se chama Evelin, tem 13 anos, engravidou de um namorado de 22 anos que acabou de sair do tráfico de drogas, passado algum tempo das gravações ela ficou viúva.

Publicado Originalmente em 19/08/2015